RESUMO
A Teoria dos Sistemas Dinâmicos surgiu de uma nova
abordagem ao estudo da coordenação e controle do
movimento, nas décadas de 70 e 80, contrapondo-se às
outras perspectivas existentes. Esta nova concepção
teórica foi formulada por TURVEY e colaboradores
(1980), tendo por base as idéias de coordenação e
controle do movimento propostas por Bernstein, e a teoria
da percepção direta de Gibson. De acordo com a Teoria
dos Sistemas Dinâmicos. é através da autoorganização
entre outros princípios. que se pode entender a
emergência de novas formas de comportamento sobre a
ação do tempo real. no curso do desenvolvimento. Este
trabalho visou identificar as contribuições da Teoria dos
Sistemas Dinâmicos para o estudo do desenvolvimento
motor humano. Após revisão da literatura. concluiu-se que
a trajetória desenvolvimental é vista pela Teoria dos
Sistemas Dinâmicos como um processo contínuo e
dinâmico; sendo que a concepção de desenvolvimento
dada como linear e pré-determinada. não é mais aceita
por esta nova abordagem. O processo de desenvolvimento
é visto como não-estacionário. dinamicamente mudando e
sendo afetado pelo espaço que o cerca e os diferentes subsistemas
que compõe o organismo.
UNITERMOS: Desenvolvimento Motor. Teoria dos
Sistemas Dinâmicos, Auto-organização
INTRODUÇÃO
o campo de estudo do desenvolvimento
motor humano, enfoca as mudanças no comportamento
motor no decorrer da vida, assim como o processo
ou processos que estão nas bases destas mudanças
(CLARK & WHITALL, 1989). Muitas pesquisas e
trabalhos têm sido realizadas ao longo dos últimos anos,
com o objetivo de entender o processo do desenvolvimento
do ser humano, especificamente no domínio motor.
O desenvolvimento motor humano como uma área
de estudo, está sendo afetado atualmente por um processo de
revolução de paradigma. O surgimento do novo paradigma
baseia-se numa perspectiva dinâmica, e temos autores que
concordam como NEWELL (1993); HAYWOOD (1986)
entre outros. É preciso que a Educação Física modifique a
visão anterior restrita do movimento de outrora e passe a
analisar o significado do movimento na relação dinâmica
entre o ser humano e o meio ambiente (T ANI, 1989).
A visão tradicional de desenvolvimento motor
enfatiza a maturação do sistema nervoso central como maior
determinante do desenvolvimento motor. No primeiro ano de
vida o repertório motor da criança manifesta uma ordem ou
regularidade que sugere grande influência maturacional no
desenvolvimento motor, porém o desenvolvimento não é só
resultante de um código genético que prescreve quando as
crianças vão rolar, sentar ou andar (CLARK, 1994).
Explicações contemporâneas reconhecem a importância de
uma grande disposição de outras restrições, além da
hereditariedade que permeiam o desenvolvimento do
individuo. Certamente a maturação do sistema nervoso
central é uma importante fonte de restrições no
A Teoria dos Sistemas Dinâmicos aponta a autoorganização
como um dos elementos básicos para o
desenvolvimento do sistema sendo originada por suas
perturbações que acabam rompendo velhas formas e trazendo
com isso a emergência de novos comportamentos (RA
YWOOD, 1986).
Apoiando-se no surgimento da Teoria dos Sistemas
Dinâmicos, o presente trabalho visou identificar as
contribuições desta teoria para o estudo do desenvolvimento
motor humano.
TEORIA DOS SIATEMAS DINÂMICOS
Os estudos sobre Sistemas Dinâmicos surgiram a
partir de questionamentos que as teorias existentes não
explicavam de maneira satisfatÓria. Indagações sobre como
se originavam novas formas de comportamentos, envolvendo
a continuidade, a descontinuidade, e a variabilidade desses,
levaram pesquisadores a buscar novos conceitos e princípios
que a partir da década de 80 começaram a preencher uma
série de lacunas deixadas pelas teorias anteriores, trazendo
assim uma nova luz para o estudo do desenvolvimento motor.
Apesar dos conceitos inovadores, não foram
abandonados os conceitos antigos. Piaget (apud THELEN &
ULRICH, 1991) explicava o desenvolvimento da inteligência
na criança partindo de processos, como por exemplo,
assimilação e acomodação, os quais forneciam subsídios para
que, a partir das estruturas já existentes, novas experiências
fossem somadas, alterando estas estruturas e permitindo ao
organismo, responder frente à novas situações.
O conceito de equilibração refere-se ao processo em
que o organismo procura um estado próximo ao equilíbrio
após passar por um estado de desequilíbrio e
reequilíbrio, a Teoria dos Sistemas Dinâmicos também
utiliza-se deste conceito proposto por Piaget para explicar o
desenvolvimento humano. Tanto a teoria de Piaget, que
explica o desenvolvimento da inteligência do ser humano
como a Teoria dos Sistemas Dinâmicos, basearam-se nos
principios termodinâmicos que reconhecem que ordem e
complexidade em um sistema surgem em oposição a
desordem, tendo como característica comum a autoorganização
do sistema (THELEN & ULRICH, 1991).
A auto-organização é a primeira fundamentação da
Teoria dos Sistemas Dinâmicos e origina-se das perturbações
do sistema, que rompem a estabilidade de velhas formas,
ocasionando a emergência de novos padrões (RA YWOOD,
1986).
O homem faz parte de um sistema em estado de
inter-relacionamento e inter-dependência essencial entre os
fenômenos físicos, biológicos, sociais e culturais e por este
fato a auto-organização está presente no desenvolvimento do
ser humano, pois a mesma somente ocorre em sistemas
abertos não-equilibrados (PELLEGRINI,1991).
O sistema humano é caracterizado como não-linear e
as mudanças qualitativas que afetam a forma do movimento
surgem de um novo padrão espaço-temporal, ou seja, ocorrem
devido a não-linearidade do sistema que é passível de
modificações. A não linearidade essencial dos sistemas em
desenvolvimento é refletida tanto na capacidade do sistema
para se auto-organizar como em mudanças de estado para
perda da estabilidade.
O tempo nesta visão dinâmica, é visto como uma
propriedade que emerge da confluência das restrições
resultantes da natureza da tarefa, do ambiente e do organismo,
enquanto que a organização temporal (timing) refere-se aos
relacionamentos temporais entre os componentes de um sistema integrado (THELEN, 1993).
É importante ressaltar que a Teoria dos Sistemas
Dinâmicos vê o sistema motor humano como um sistema
complexo que interage com vários graus de liberdade; nãolinear
e dinâmico, pois não é estacionário; e dissipativo no
qual a energia necessária para manter o organismo em pleno
funcionamento varia de situação para situação.
O comportamento motor humano emerge
estritamente como uma função cooperativa dos subsistemas
que estão em constante desenvolvimento (THELEN &
ULRICH 1991), e de acordo com o estado de prontidão de
cada sub-sistema, o organismo desenvolve-se e novos padrões
substituem os padrões anteriores ..
Um tópico relevante no estudo do
desenvolvimento humano tem sido as mudanças que ocorrem
no organismo com o tempo. O timing é definido como as
ligações entre os componentes do desenvolvimento, que
mudam durante o curso desenvolvimental do organismo
(TURKEWITZ & DEVENNY, 1993). O conceito de timing é
importante dentro de uma visão na qual as relações entre os
componentes, determinam a característica de um sistema.
Essas relações originam-se da interação entre organismo,
ambiente e tarefa.
Estudos com eventos no tempo têm sido realizados
para estudar o processo de desenvolvimento, mas o timing de
desenvolvimento dos eventos não tem sido o tópico central
das investigações. A ênfase é dada no tempo como um
artifício para medir a trajetória desenvolvimental do
indivíduo. Como entende-se o desenvolvimento humano
como o resultado de interações entre as mudanças do
organismo e ambiente, o timing possui um papel formativo
por ser um dos componentes da mudança, e por ser
determinado pelo status de outros componentes.
As mudanças entre os níveis de organização
compreendem o processo de mudança desenvolvimental. A
interação de organismo e ambiente, permite que o
desenvolvimento comportamental das pessoas não ocorra em
um curso inevitável. A ênfase está no aspecto do
desenvolvimento não ser pré-determinado, e de existir várias
trajetórias desenvolvi mentais individuais, baseadas na
história de seus componentes e seu inter-relacionamento.
O conceito de influências bi-direcionais (organismo
<--> ambiente) fortalecem a visão de não-linearidade do
desenvolvimento humano (Schneiria apud TURKEWITZ e
DEVENNY, 1993). O desenvolvimento humano é enfatizado
como um produto do timing das relações entre eventos
externos e internos, assim possuindo uma origem dinâmica.
FENTRESS (199 I) examinou o timing e o
desenvolvimento de habilidades motoras que operam juntos
através de princípios de auto-organização e dependência
mútua. O comportamento motor é relativo e dinâmico ao
organismo e ambiente. A união entre os dois lados exibe
flutuações assim como trajetórias determinadas. O
comportamento é influenciado por estas flutuações, que
capacitam o sistema a descobrir novos estados. Seu
desenvolvimento é explicado por regras de interação e autoorganização,
entre as propriedades dos componentes e
configurações complexas no espaço e no tempo.
O timing não é mais entendido como prédeterminado
por um relógio cronometrado, mas origina-se das
mudanças do ambiente e do organismo. A invariância do
timing e sua variabilidade também são importantes para o
desenvolvimento motor, porque as flutuações permitem que a
estabilidade dos estados coordenativos dêem lugar para o
sistema explorar e descobrir novos estados. A variabilidade do timing não é mais assumida como um fator negativo para a habilidade
motora, mas sim como uma parte básica de seu desenvol
vimento.
DESENVOL VIMENTO MOTOR E A TEORIA DOS
SISTEMAS DINÂMICOS
o desenvolvimento motor é um processo
seqüencial e contínuo, relacionado à idade cronológica, sendo
que o indivíduo progride de um movimento simples e sem
habilidade até realizar habilidades motoras complexas e
organizadas (CLARK & WHIT ALL, 1989; CLARK, 1994 e
HAYWOOD, 1986). O ajustamento destas habilidades vão
acompanhar o indivíduo até seu envelhecimento.
Do início ao fim da vida, o comportamento motor
muda. Algumas destas mudanças são drásticas e ocorrem na
fase da infância e adolescência, outras são mais modestas e
acontecem na fase adulta, posteriormente percebe-se uma
regressão nos movimentos com os anos da idade avançada.
As mudanças ocorridas no comportamento motor do
indivíduo durante sua vida, são mudanças na forma e na
execução do movimento, alterando assim. a organização ou
controle e a coordenação dos movimentos (BARELA,
1992).
É necessário ressal tar que coordenação e controle
são distintos, segundo NEWELL (1993) Coordenação é uma
função que restringe as variáveis potencialmente livres em
uma unidade comportamental . As bases desta função são um
conjunto de variáveis (A,B,C, ... X.Y,Z) que podem ser
restringidas em função de uma coordenação f(A,B,C, ...
X,Y,Z). O controle é o processo pelo qual os valores são
atribuídos na função, ou seja, a parametrização da função f
(Aí,Bj, Ck, ... Xr,Ys,Zt).
Portanto, coordenação é responsável pela forma do
movimento, enquanto que o controle fornece o ajustamento
necessário para a realização do mesmo.
Bernstein apud TURVEY, FITCH & TULLER, 1982.
forneceu subsídios para estudar os movimentos, definindo
seus principais elementos e caracterizando-os em termos de
problemas de coordenação e controle. Um desses problemas
são os graus de liberdade que se referem ao grande número de
variáveis livres a serem organizadas pelo sistema nervoso
central. E o outro problema consiste em como controlar os
muitos movimentos possíveis em um ambiente que está
constantemente mudando e influenciando esta regulação,
denominado como problema da variabilidade condicionada ao
contexto.
A hipótese dada por Bernstein é que os graus de
liberdade são controlados através do uso de unidades
definidas no aparelho motor, as unidades automaticamente
ajustam-se entre si e entre as forças externas. As unidades de
ação são definidas como estruturas coordenativas, que
consistem em um grupo de músculos que freqüentemente
envolvem várias articulações de forma a restringir seus atos
como uma unidade funcional (TURVEY, FITCH & TULLER,
1982).
A dinâmica das estruturas coordenativas é estudada pela
Teoria dos Sistemas Dinâmicos, que tem utilizado o modelo
físico dos osciladores ciclo-limitados (PELLEGRINI. 1991).
A característica principal deste modelo é a capacidade de
auto-organização, sem o auxílio de mecanismos adicionais.
Para que o contínuo ciclo do sistema ocorra, necessita-se de
uma injeção constante de energia de algum lugar, caso
contrário o sistema pára. Baseando-se nesta necessidade de
energia, que é característica dos sistemas dissipativos
(sistemas vivos) é dada a característica de não-linearidade.
Os osciladores ciclo-limitados são sistemas que
balançam, mas possuem um ciclo preferencial ou órbita
atrativa para onde as trajetórias tendem a convergir
(PELLEGRINI, 1991).
O atrator é a preferência do sistema para
determinados estados, aparecendo quando o sistema encontrase
em equilíbrio, auxiliando a sua manutenção (THELEN &
ULRICH, 1991). Nota-se portanto, que o atrator é uma
variável coletiva e o centro da visão dinâmica do
desenvolvimento (KELSO, DING & SCHONER, 1993) .
As mudanças no desenvolvimento ocorrem quando
algum ponto critico em uma ou mais das restrições internas e
externas é atingido, provocando uma nova organização ou um
novo controle na realização do movimento (PELLEGRINI,
1991). Por restrições internas temos: força, massa corporal,
altura, etc., e por restrições externas: demandas da tarefa,
contexto em que é realizada, etc.
KELSO, DING & SCHONER (1993) afirmam que
ao atingir o ponto crítico, acontece no sistema, uma alteração
qualitativa ou uma descontinuidade, que é freqüentemente
associada com a ,formação espontânea de padrões de ordem
espaço-temporal, e que este processo de auto-organização
surge sempre de uma instabilidade resultante de um sistema
não equilibrado. Teoricamente a perda da estabilidade leva à
mudanças na coordenação.
Um exemplo típico desta necessidade de se atingir o
ponto crítico é dado por CLARK. (1994): após seus primeiros
passos a criança segue para a próxima etapa que é a corrida,
fato que se complica um pouco se ela não produzir força
propulsora o suficiente para elevar seu corpo na fase de vôo.
Conseguindo esta força que era até então uma restrição a
emergência do correr, a criança manterá a posição ereta e a
estabilidade sobre os dois pés. Uma vez que o andar e o correr
apresentam um mesmo padrão de coordenação intermembros,
ao conseguir andar a criança necessita de algum substrato
neural, muscular ou fisiológico, que dê a ela condições de
gerar e administrar a força adicional requerida para correr.
Existem três princípios gerais que segundo
PELLEGRINI (1991) caracterizam a formação de padrões e
mudanças no comportamento motor: a)sistemas complexos
são reduzidos a estados atrativos simples; b) sistemas são
auto-organizados; c) mudanças de uma forma estável para
outra é alcançada através da geração de parâmetros de
controle.
Mudanças no desenvolvimento humano podem ser
lineares e graduais, tais como crescimento, peso corpóreo ou
tamanho. Mas o desenvolvimento mostra freqüentemente
descontinuidade com a emergência de novas habilidades.
Uma abordagem dinâmica conceitualiza as descontinuidades
no desenvolvimento como troca ou mudança de fases. A
troca de fases, segundo THELEN e ULRICH (1991), implica
na transição entre dois modelos estáveis, onde os estados
intermediários são mais instáveis e transitórios. A mudança
de fase significa a emergência de uma nova forma de
comportamento.
Após o andar independente, a criança evolui para
outras habilidades, como o correr, saltar, trepar, arremessar,
receber, etc., numa sucessiva progressão de habilidades mais
fáceis para as mais dificies até chegar a combiná-las entre si,
realizando movimentos complexos, numa constante
progressão. Internamente os sub-sistemas requisitados para
realizar as ações vão-se adequando numa interação constante,
e entre os estados de estabilidade e instabilidade o
desenvolvimento motor vai acontecendo.
CONCLUSÃO
A Teoria dos Sistemas Dinâmicos engloba a
mudança e a auto-organização, como elementos básicos para
o desenvolvimento do sistema. O desenvolvimento motor
humano, segundo THELEN & ULRICH (1991), dentro dessa
nova abordagem teórica, pode ser entendido como
estabilização e desestabilização de atratores, definidos de
acordo com uma variável coletiva. O comportamento motor é
dado no tempo baseado nos componentes do sistema
interagindo entre si e também com a tarefa e o ambiente. Os
componentes mudam e se reorganizam no tempo, é o timing
do sistema.
A trajetória desenvolvimental é vista pela Teoria dos
Sistemas Dinâmicos como um processo contínuo e dinâmico,
e esta é a contribuição ao estudo do desenvolvimento motor
humano. A concepção de desenvolvimento dada como linear
e pré-determinada, não é mais aceita. O processo de
desenvolvimento é visto como não estacionário,
dinamicamente mudando e sendo afetado pelo espaço que o
cerca e os diferentes subsistemas que compõe o organismo.
ACCORDING TO DYNAMIC SYSTEMS THEORY
THE MOTOR DEVELOPMENT
ABSTRACTS
The Dynamic Systems Theory arised from a new approach of
studing coordenation and control of movements. during the
70s and 80s. in opposition to other existing perspectives. This
new theoretical conception was formmulated by TURVEY and
collabors (1980), taking into consideration the ideas of
coordination and control of movements proposed by
Bernstein. and the theory of direct perception proposed by
Gibson. According to the Dynamic Systems Theory. it is
through self-organization among other principles that one
can understand the apperance of new forms of behavior under
the action of real time. during the course of development. The
aim of this work was to identify the contributions of Dynamic
Systems Theory for the study of human motor development.
After revision of the literature. it was concluded that the
developmental trajectory is seen by Dynamic Systems Theory
as a continual and dynamic process; and the conception of
development as a linear and predetermined process is no
tanger accepted by this new approach. The process of
development is seen not as a stationary one. but as a
dynamically changing process affected by its sorounding
space and the different sub-systems which form the organism .
UNITERMS: Motor Development. Dynamic Systems Theory.
Self-organization
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